Viver
A vida não pede permissão. Ela acontece, silenciosa, intensa, às vezes caótica, enquanto muita gente ainda está ocupada demais tentando caber na expectativa dos outros. Mas aqui vai uma verdade desconfortável: os julgamentos nunca vão parar. Você pode se moldar, se calar, se esconder… ainda assim, alguém vai ter algo a dizer. Então, se o barulho é inevitável, por que não escolher viver alto o suficiente para que a sua própria voz seja a mais forte? A morte, essa sim, não negocia. Não manda aviso, não respeita planos, não espera você “estar pronto”. Ela simplesmente chega. E quando chega, leva embora todas as versões que você não teve coragem de ser. É duro, mas também é libertador. Porque quando você entende que o tempo não é garantido, começa a ficar meio ridículo adiar quem você é de verdade. Começa a soar estranho engolir palavras, esconder sentimentos, diminuir sua essência só pra evitar olhares ou comentários. Viver, no fim das contas, não é sobre agradar plateias invisíveis...